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- Você  é minha!

Disse aquelas palavras em tom frio, tinha um largo sorriso em sua face. Se aproximava da vítima dando lhe vários socos em sua face, o sangue espirrava num vermelho fascinante. Parava com aquela agressão por um instante e dava uma risada escandalosa, vendo o estado da pobre coitada.

Então se dirigia até o criado mudo e pegava um velho martelo, enferrujado, mas que serviria perfeitamente para ocasião. Se aproximou daquela pobre alma pegando-a pelo pescoço com brutalidade e logo encostando-a na parede gelada.

Mirou o martelo em sua face e deu uma certa distância, usou força e atingiu a face daquela alma sofredora. Ela gritou num agudo irritante, apertou os olhos e seu corpo tremia.

Ele se acabara de rir com aquela situação, agora a pobre tinha a face deformada. Desceu a saia da criatura é logo sua calcinha, se afastou colocando o martelo de lado, não precisaria mais dele, para alívio da coitada.

Tirou do bolso uma pimenta, aproximou lentamente da vagina daquela pobre criatura e esfregou com certa força em toda extensão, ardia e a coitada apertava os olhos, seus olhos marejavam.

Risadas histéricas ecoavam por aquele apartamento que já exalava um cheiro indesejado. Fez um rabo de cavalo na vadia e apertou brutalmente ela contra aquela fria parede.

Pensou na próxima tortura e sorriu insano. Apertou o pescoço daquela criatura deplorável com tanta força que poderia matá-la naquele momento. Mas não, não o fez.

Ele queria vê-la sofrer acima de tudo, então tirou do bolso de sua calça velha e folgada uma pequena faca, tinha novamente um largo sorriso em sua face. A pobre coitada se quer tinha mais forças para derramar lágrimas, poderia dizer que já estava morta.

Não tinha mais esperanças, se entregou ao que viera a seguir sem relutar. Ele sorriu, agora traçando um lento e torturante caminho pela sua barriga, o vermelho sangue lhe fascinava.

Trilhou o lento caminho até sua vagina, onde fez um corte profundo. Riu vendo a vítima se contorcer. Seus olhos suplicavam, as lágrimas já haviam secado. Ele então parou.

Parou e sentou-se no sofá, olhava para a vítima vendo seu espírito deixar seu corpo num processo lento. Derramou uma lágrima pensando em como poderia ter sido diferente, mas enxugou em seguida vendo que não teria mais jeito.

Já era, a pobre criatura tinha partido. Deitou-se no sofá olhando para o teto, não tinha nenhuma expressão. Apenas os olhos fixados no teto, o silêncio agora dominava o lugar.

Até que pensamentos vieram, lembrou do dia que a conheceu, de como era o amor. Ah, o amor! Por incrível que pareça, ele a amava. Mas ele a amava tanto que era impossível aceitar que se relacionasse com outras pessoas, afinal ela era dele. Era dele.

Agora ela pertencia ao nada. E ele... um infeliz, sem alma e sem amor. Até que um milagre caísse sobre aquela triste alma...

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