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"Pode parecer muito estranho para todos que vão ler esse relato, porém não há como explicar de outra forma, bem espero que entendem e que não levam isso na brincadeira".

Eu estava muito doente nos últimos dias, eu não sarava dessa gripe, eu tomava remédios, porém isso não adiantava, eu queria morrer, porém algo naquela noite me vez pensar muito sobre a gripe. Era domingo de tarde, eu estava na minha cama deitado porém doente, eu estava com meu celular no colo, ouvindo musicas, quando eu escultei uma respiração muito profunda, eu estranhei, porém ignorei aumentando o volume da musica.

Porém uma batida por debaixo da minha cama tocou, eu com muita curiosidade mas ao mesmo tempo desconfiado, eu não olhei para debaixo da cama, porém as batidas continuaram, eu instantaneamente chamei minha mãe na mesma hora. Porém minha mãe não chegou no meu quarto, as batidas começaram aumentar cada vez mais, eu com muito medo gritei mais alto, naquele momento ela aparece na porta. 

- O que você quer filho? - Disse minha mãe.

Porém eu estranhei e comecei a desconfiar daquela pessoa na minha porta, aquela não era minha mãe, ela não tinha camelos enrolados, eu com muito medo e confuso, pedi para minha mãe "olhar para debaixo da cama pois havia algo nela", porém ela fechou a porta bem lentamente, passou por algumas horas, ela abriu a porta com um sorriso no rosto. 

- Tem torta? você quer um pedaço? - Disse aquele ser que parecia minha mãe.

- Mas você não estava dormindo? - Disse eu.

- Vem? vai perder de experimentar a torta. - Disse aquele ser novamente.

Eu não estava entendendo, eu queria muito saber o que estava acontecendo, porém fiz uma pergunta que mudou a minha vida naquela noite.

- Quem é você? onde está a minha mãe de verdade?. - Disse eu.

- Como assim? você não me concedera sua mãe? - Disse aquele ser.

- Não me engane, minha mãe não tem cabelos enrolados, e comer torta sendo que é 3:00 da manhã. - Disse eu.

Naquele momento aquele ser que antes estava com um sorriso no rosto desapareceu, o meu abajur que estava no canto estourou, me restou só o escuro, porém a porta estava aberta, eu olhei assustado para ela, porém aquele ser não estava mais lá, eu fiquei aliviado, mas meu alivio acabou quando senti alguém andando na minha direção.

- Peça desculpas, peça desculpas, peças desculpas - Dizia algo.

- Quem? quem está ia? eu não estou brincando - Disse eu.

- Peça desculpas, peças desculpas, PEÇAS DESCULPAS! - Dizia novamente aquele ser.

- Olha eu só quero dormir, desculpa tá bom, agora pode voltar por onde você veio. - Disse eu.

- Desculpas aceitas. Disse aquele ser.

Quando eu olhei para a porta que ainda estava aberta eu vi algo que é impossível de descrever, ele só me encarava, até ele dizer.

- Desculpa pelas batidas, mas era a única forma de ter dizer. - Disse aquele ser.

- Dizer o que ? - Disse eu.

- Eu vim te buscar, porém você esta sarando da gripe. - Disse aquele ser.

- Você é o diabo? - Disse eu.

- Bom pode se dizer que não, eu sou apenas uma entidade. - Disse aquele ser.

- Entidade do que ? - Disse eu.

Porém ele não me respondeu, cada pergunta que fazia ele respondia, em algumas ele não respondia, porém eu fiz uma pergunta que obtive resposta.

- Você é tipo um monstro da gripe? - Disse eu.

- Bem monstro mais ou menos, eu busco aqueles que estão doente e querem morrer. - Disse aquele ser.

A minha visão começou a escurecer, eu acordei, no outro dia com uma boa melhora, eu fui até em direção da minha mãe, e abracei ela, porém sobre os acontecimentos da noite anterior, eu fiquei pensativo, aquele ser queria me levar para onde? o que me disse foi meio confuso, "busco aqueles que estão doente e querem morrer", no outro dia meu tio ficou doente, eu fui até a casa dele visita-lo, com o passar dos dias meu tio veio a falecer, naquela noite aquele ser apareceu na minha porta dizendo.

- Seu tio eu levei.

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