João Vitor Pereira havia acabado de se levantar da cama, após uma longa noite de putaria. Sua bunda fedia a merda, pois ele realmente precisa ir cagar. Na sua casa não havia um banheiro, porque ele era pobre e estava sendo procurado pela Receita Federal.
João saiu de sua casa, que ficava próxima à Praia das Pitangueiras, em Guarujá, SP. Ele caminhava pela areia em busca de um banheiro público, enquanto cagava um pouco em sua cueca. Havia uma mulher gorda pelada deitada sobre uma espreguiçadeira, o seu nome era Maria Luísa.
João Vitor foi até ela e a perguntou:
- Eu preciso fazer cocô.
A gorda respondeu:
- Ok. Eu gosto de cocô.
O rapaz agachou-se sobre a mulher e cagou. A bosta ficou ali parada, entre os peitos flácidos de Luísa, se assemelhando a um pênis.
- Por que nós estamos aqui? Para que vivemos? - João chorou enquanto cocô saia de seu pinto em uma longa e fina linha. Era um cocô de pinto, o mais nojento de todos.
A mulher gritou, enquanto xixi escorria pelas suas pernas sebosas. Ela gritava tanto que cocô começou a sair dos seus mamilos encardidos. E então, o cocô misturou-se com o xixi nos pés daquela mulher obesa, exalando um cheiro horrível de bunda.
O cocô e o xixi viveram felizes para sempre, misturados como um achocolatado de merda.
FIM.