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"Esse é o meu primeiro conto que produzi já faz alguns anos, mas nunca a soltei ela aqui, mas tenho um aviso: o conto pode ter alguns temas sensíveis, como citação de morte, tortura, canibalismo e sangue. Então se você tem sensibilidade, não leia, pra aqueles que se acham superiores, quero ver se você REALMENTE tem coragem pra ler [...] Então, uma boa leitura!" - lilithdesign388

Talvez muitos saibam que o Seu Sirigueijo é dono de um restaurante na Fenda do Biquini, mas nunca cheguei a contar quem ele REALMENTE era por trás [...] Pra quem não me conhece, meu nome é **, tenho uma certa idade que não sei lembrar muito bem, mas vamos ao que interessa.

Já faz alguns anos que não o vejo, até eu receber nos correios uma carta anônima, e que diz o que o Sirigueijo era antes de abrir o Siri Cascudo, abaixo a transcrição:

Eu nunca cheguei a falar essa verdade.

Não queiram saber o que ele fazia quando ele era açougueiro (sim, ele tinha
essa profissão antes de se tornar dono do Siri Cascudo), mas que, a carne em que a população consumia sempre se   mantinha em segredo [...] 

E que, tecnicamente todos os clientes estavam comendo a MESMA carne que eles tem nos ossos, e como eu descobri isso? Isso foi em 1959, quando uma série de pessoas na cidade começaram a desaparecer repentinamente, ou seja, desapareciam TODOS os santos dias, nunca souberam o que causou esse desaparecimento [...]

No total, foram 27 pessoas que desapareceram, sem deixar nenhuma mensagem, até que, alguns meses se passam, e em uma floresta aleatória na cidade, começou a aparecer em jornais e que acharam ossos de pessoas em caixões de madeira, pedaços de carne afixadas em carne, sapatos com pés ou ossos dentro, como se uma pessoa foi torturada e que, seus pés foram largados lá [...]

Até agora, nunca souberam quem foi que fez isso, mas só há uma pessoa que soube a verdade, e era eu [...] Eu soube que, o Sirigueijo era canibal, ou seja, ele comia carne de seu gênero, ou ele reaproveitava os restos (excluindo os ossos) e colocava na carne, e que carne essa, era de toda a população, e isso inclui anchovas [...]

Mas como ele fazia isso? Ele atraia qualquer pessoa para o seu açougue, e o levava pra uma sala subterrânea, ele faz com que essas pessoas "dormirem", dando sonífero pra elas [...] Então seu sirigueijo pegava seu machado e cortava a cabeça da pessoa, morrendo na hora, seus braços e pernas também são arrancados, e sua roupa, era utilizada como toalha pra remover o sangue. Ele coloca a cabeça, os braços e pernas como combustível pra fornalha, seu tórax é aberto e remove seus orgãos e ossos [...]

A Carne é fundida com a de um Carangueijo comum, e é colocada num moedor e despejado numa forma circular, virando então, uma carne de hamburguer cru [...] Essa carne é cozinhada numa frigideira, que é conectada a sua fornalha, e o congela, para vender no dia seguinte.

Então essa verdade cruel que o Sirigueijo escondeu de todo mundo, era verdade, e, eu sei que ninguém vai acreditar em mim, ao menos que você me dê uma chance nisso [...] Eu não sei mais o que fazer.


Quando li, eu estava perplexo, e disse a mim mesmo:

"Deus, porquê ele faria isso?" - Me refletindo sobre a situação citada na carta

Fui descobrir mais detalhes sobre esse açougue na internet, e acabei achando um tal de "O Açougue Cascudo", fundado em 1959 e fechou em 1963 com a criação do Siri Cascudo, peguei a localização e transferi para o meu celular. Entrei no meu carro, coloquei a localização no GPS e fui dirigindo até chegar lá [...]

Passou-se 35 minutos e cheguei numa localização deserta, e lá estava o Açougue Cascudo, porém abandonado com o tempo a cor do prédio foi sumindo quando passa, a entrada tava bloqueada por placas de madeira, dizendo o seguinte:

"NÃO ENTRE"

Eu tinha ignorado o aviso e entrei mesmo assim, quando entrei, veio um cheiro forte de carne apodrecida misturada com líquidos ou baldes de leite fabricado nessa época, e que com o passar do tempo, o cheiro deles é idêntico a algum queijo com gosto horrível. Quando fui ver onde estava aquela "Sala Secreta" escondida no açougue, acabei me deparando com uma porta de ferro, na frente, tinha uma placa de metal com a seguinte inscrição:

"ABATE"

Antes de eu entrar, fui procurar um objeto luminoso e achei uma lanterna numa caixa ao lado de uma banca, eu a liguei e entrei na sala de abate, fui descendo as escadas e cheguei numa área totalmente fechada, e todas as paredes eram feitas de concreto, e não há janelas ou torchas pra serem ascendidas [...]

Quando a sessão de escadas terminou, vi uma porta de madeira e que, parecia que estava aberta, puxei ela e vi uma cena terrível [...] Em cima de uma bancada havia ossos quebrados (juntando eles formam um Tórax), na fornalha também tinha ossos e um crânio, eu achei um isqueiro cima da mesa e ascendi algumas torchas que estavam no local, na bancada onde tinham ossos estava afixado um bilhete, com a seguinte transcrição:

Talvez essa seja a última execução que fiz, vou deixar os ossos aqui mesmo, e vou fechar o açougue. E agora, onde vou estabelecer uma fábrica pra produzir os hamburgeres de siri?

- Seu Sirigueijo


Ao lado dos ossos, tinha uma fita BASF, e ao lado, um player dela, eu a coloquei, abaixo está a seguinte transcrição:

- Seu Sirigueijo: o que você está fazendo aqui?

- Visitante não identificado: n-nada, eu só vim pedir carne [...]

- Seu Sirigueijo: tá mas que tipo de carne?

- Visitante não identificado: carne comum, seja a de ursos marinhos [...]

- Seu Siriguejo: Aqui não vendemos carne de ursos marinhos, e, me desculpe [...]

- Visitante não identificado: O QUE VOCÊ ESTÁ FAZEND- *cai no chão*

(N partir desse momento, é possível ouvir o Siriguejo fechando janelas do local e amarrando alguém numa cadeira, talvez seja desse visitante que nunca foi identificado, talvez seja uma das vítimas encontradas na floresta)

- Seu Sirigueijo: Bom, já que ele dormiu, chegou a hora de eu "cuidar".

(Nesse momento é possível ouvir o Sirigueijo dando machadadas na vítima, e colocando seu corpo numa caixa de madeira, e forrou a com sua camisa picotada, ele leva a caixa até a sala de abater carne. Alguns minutos se passam, é possível ouvir o Sirigueijo usando um moedor de carne, depois dessa, o áudio acaba)


Quando terminei de ouvir o áudio, eu comecei a olhar pros cantos e pensando o porquê do Sirigueijo ter feito isso, eu saí de lá carregando a lanterna do local, e depois dessa, fechei o local novamente, e coloquei as placas de aviso no local original [...]

Já era tarde da noite, e eu dirigia até a casa do Sirigueijo, mas nesse momento ele estava fora de casa, então a Pérola me passou a localização atual dele e dirigi até lá (mas antes de dirigir, eu contei pra ela o que ele fez no passado, e também ficou chocada, assim como o Plankton, Sandy e o Lula Molusco, que imediatamente cortaram laços com o Sirigueijo. Plankton cortou laços com o mesmo depois de uma briga em que tiveram na infância).

Chegando no local, Sirigueijo falou assim:

"Porque você veio até aqui?" - Ele me perguntou após me ver sem eu avisar ele antes.

Eu respondi:

"Eu vim aqui JUSTAMENTE pra acabar com VOCÊ" - Eu exclamei de tanta raiva.

Então Seu Sirigueijo puxou uma faca e apontou pra mim, eu então peguei minha .22 e apontei pra ele, ele então abaixou a faca e disse a sua última frase:

"Fudeu" - Ele disse em voz assustada.

"Adeus Canibal!" - Eu exclamei em voz vingativa.

Então a minha .22 deu um tiro no peito dele, causando um sangramento interno, matando o na hora. Eu peguei seu corpo e coloquei numa caixa de ferro, joguei ácido sulfúrico, o que acabou dissolvendo seu corpo na hora, e depois, eu quebrei seus ossos dando coronhadas.

A caixa em que estava o corpo de Sirigueijo foi queimada e a chutei para o mar sem fundo, deixando o desaparecer [...] A pergunta é: Porque o Sirigueijo sumiu com todas as pessoas, e porquê dele comer partes das pessoas da mesma espécie que ele? Sendo sincero, não sabemos [...]

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