Wiki Creepypasta Brasil
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Olá pessoal!!! Antes de começar, peço a sua compreensão que essa é a minha primeira creepypasta, ou seja, estou aberto as suas opiniões. Obrigado pela atenção, e boa história!

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Eu era uma criança, tinha seis anos na época. 2011, esse foi o ano que marcou a vida de três dos meus amigos de sala. Era um dia de verão, normal, como os outros. Havia ficado de recuperação em geografia, eu e mais metade da sala. Eu saía de minha casa as onze horas da manhã, com meus dois cadernos e minha bolsinha bem empilhados dentro da minha mochila. A escola não era muito longe, apenas passando por duas ruas e lá estava ela. Chegando em sala, a minha professora deu uma bronca em nós por não ter se esforçado nos estudos. O sol estava na metade do céu azul, as nuvens pálidas cercavam meu tédio, que até então estava vivo. Meu amigo Toby, me chamou para conversar. A professora já havia passado sua matéria no quadro, achei que duas pessoas conversando não atrapalharia sua aula. Ele me chamou no canto da sala, abanando sua mão em movimentos de frente e trás, para sinalizar para segui-lo. Havia apenas duas cadeiras do fundo da sala, estavam rabiscadas com desenhos de vários. Eu sentei na sua frente, enquanto ele abaixava a sua cabeça lentamente, seus lábios me diziam que seria apenas uma conversa normal. -Você ainda joga Minecraft? -Sim, ás vezes. Respondi eu com um tom sarcástico, de superioridade. -Então deve conhecer as lendas, não é? Disse ele, com voz misteriosa. A partir daí, nós apenas continuamos falando sobre Herobrine, Null, entre essas coisas... Até que chegou o momento de ir embora. A professora abriu a porta, com um pé para trás, posicionou sua coluna dolorida para destrancar a porta, enquanto nós, alunos, ficamos encarando a porta como se fosse uma pessoa. Eu e Toby apenas continuamos conversando, até que o sinal tocasse.

-Ei, pode ir na minha casa essa tarde?

-É claro, quantas horas?

-Você saberá...

-O que? Eu perguntei isso como se ele estivesse brincando, mas não estava.

Eu cheguei em casa, mais um dia havia se passado, e aquela ideia de ir na casa do meu amigo estava acabada desde o inicio, já que, minha mãe ao menos deixa eu ir para a escola sozinho. Como um estudante normal, fiz minhas obrigações, e fui me divertir. Fui para o meu quarto, com os chinelos gastados do ano passado. Peguei meu notebook em baixo das gavetas, cujo escondia com o medo de minha mãe toma-lo de mim, por falta de sabedoria escolar. Com força leve, levantei a tela do meu PC, e abri meu Minecraft. O vento das janelas no meu quarto me enchia de leveza, com uma mesa de madeira logo a frente da cama onde estava deitado, me sentia desconfortável em colocar meu computador no meio de cupins. A logo de Minecraft logo subiu a tela, com umas palavras estranhas piscando em baixo dela, em posição diagonal; nada demais, apenas um bug de letras. Um vídeo panorâmico de um mundo normal passava como papel de fundo. Apertei o botão jogar, e abri meu mundo, como de costume. Seu nome era "clique aqui". Não tinha um nome melhor, mas, já que entre tantos outros mundos, eu saberia de cara qual seria o que eu queria jogar. A tela de carregamento ainda era uma barra que se preenchia com o verde de concluído, enquanto a palavra carregando estava em cima, com fonte pixelada. No fundo apenas a imagem da face de um bloco de terra, ainda seco. Abriu, eu nasci em minha cama vermelha, e o teto estava na minha cara. Ele era de madeira de carvalho, o mesmo material que foi feito toda a casa. Apenas uma casa de um jogador normal, com bancadas de trabalho e uma fornalha. Ah, e também meu cachorro Bolt. Sua coleira era azul, e ele nunca hesitava quando via um monstro me atacando, sempre ele me ajudava; acho que eu não conseguiria chegar tão longe no jogo sem ele. O meu cachorro ficava do lado de fora da casa, dentro das cercas de carvalho. Estava de dia, o sol ainda estava nascendo. As nuvens seguiam seu curso arredondado de acordo com a perspectiva do jogador, e eu já estava preparado para sair da casa. Eu apenas tentaria explorar mais o meu mundo, para completar o meu mapa. Quando de repente....

A energia na minha casa havia caído, e o restante da bateria era apenas treze por cento. Sem pensar duas vezes, miniminizei a aba do Minecraft e abri meu navegador, cujo ficava na barra de tarefas, ao lado de alguns joguinhos que eu tinha. Quando abriu, logo pesquisei "Xvidros.com", para falar com meu amigo quantas horas eu poderia ir na casa dele. Não havia nada para fazer aqui na minha, talvez algo de interessante na dele. Ele não estava online, mas provavelmente recebeu a notificação. Como esperado, nenhuma resposta. Por algum motivo, subiu um frio na minha espinha nesse momento. Perguntei a minha mãe se eu poderia terminar um trabalho em grupo na casa do Toby, e ela afirmou. Era por volta de três horas da tarde, aquele sol que brilhava tanto estava meramente frio, com aquelas nuvens que eram pálidas se transformando em negras e gigantes, consumindo lentamente o céu azul. Chegando a casasasa dele, andei em direção reta até a campainha, com um botão de luz azul. Apertei, e um barulho alertante tocou de dentro para fora da casa, algo normal que campainhas fazem. Não ouvi nada, apenas alguns passos em direção a porta. Olhei para o meu lado esquerdo, com o pescoço enturvado. Vi um carro preto, com sua frente para a direção do sol, e além disso, apenas uma descida do morro, e algumas casas ali. Logo atenderam, era a mãe de Toby. Perguntei:

-Boa tarde Sra. Gilma, o Toby está em casa? Perguntei eu com uma voz formal.

Ela de repente fez uma cara de susto, apenas o olhar mostrava seu desespero. Suas pupilas quase se abriam, como uma flor a desabrochar.

-O que??? Mas ele havia dito que foi em sua casa. Disse ela, quase chorando.

-Pois não foi, me desculpe.

Ela logo entrou para casa, e pegou o telefone fixo que tinha lá, em uma mesa arredondada de madeira; era evidente que iria chamar a polícia. Fui caminhando descaradamente para a minha casa, já espantado com essa situação. Quando cheguei, minha mãe não estava em casa. Imaginei que havia saído para fazer compras ou algo assim. Tranquei a porta, com uma das sete chaves no molho. Entrei, e vi que ela deixou seu telefone na pia, como se no momento, estivesse com muita pressa. Peguei meu notebook novamente, no meu quarto, desta vez havia deixado em cima da cama. Entrei no meu Minecraft, e havia passado para a tela inicial do jogo, com aquelas letras estranhas. Muito suspeito, já que eu havia suspendido meu computador, não havia o por que dele ter reiniciado. Apenas ignorei esse mero fato, deveria ser outro bug. Quando apertei em jogar, algo estranho aconteceu.

Todos os meus mundos haviam sumido, e as letras que descreviam as configurações do jogo estavam tampados com algo que parecia um plano preto. A esta hora, estava arrepiado. Quando fui ler o nome do mundo, estava escrito "CLIQUE AQUI", ao contrário dos outros botões tampados pelo preto. Assustado, fechei a tela do meu computador e comecei a chorar. Abraçando meus joelhos, minha mãe logo veio me abraçar, deixando de lado algumas sacolas que estava na mão. Atrás dela estava um homem com farda de polícial, me encarando.

-Filho, o que aconteceu? Dizia ela chorando também.

Eu não conseguia dizer naquele momento, mas os abraços dela me acalmavam um pouco. Alguns minutos se passaram, e eu já com minha mente sã, fui olhar através das janelas. Estava de noite, a escuridão que corrompia o céu azul havia vencido, e o brilho fervente do sol foi substituído por sua alma branca. As estrelas eram apenas o restante das nuvens. Pela janela, poderia ouvir alguns sussurros de minha mãe com algumas outras pessoas:

-Você está dizendo que meu filho é suspeito de matar um de seus amigos???

-Sim, quero dizer, não exatamente. Toby foi encontrado aniquilado em seu quintal, e logo após seu filho está chorando rios de lágrimas. Não acha que tem alguma ligação??

Após isso, fui me deitar. Não tive coragem para sequer abrir meu PC. Acho que a escuridão do céu havia me consumido também.Mas é claro que eu morri e dei pt no PC

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Eae, gostou da história? Deixe seu comentário falando sua opinião, é muito importante para mim.

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