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1950 foi o ano em que meu irmão George foi levado por uma criatura jamais vista antes... tudo começou quando nós estávamos brincando na floresta do lado de nossa casa, estava brincando de esconde-esconde com George. Era inverno, o dia estava nublado e com névoa, eu estava escondido em uma árvore que tinha algumas folhas de outono e uma pedra grande atrás, eu virei e vi a pedra, eu fui até a pedra e subi um pouco , a pedra estava escondendo do outro lado um buraco grande, quando George me deu um susto e gritou "peguei", eu disse "não faça mais isso", ele disse "tá seu medroso". Em seguida ele perguntou que buraco é esse, eu respondi não sei. Ele disse vou ver mais de perto, eu disse George não é uma boa ideia voêe pode cair... Ele já estava perto do buraco, e ele disse "vamos, não seja medroso". Nessa hora uma mão pegou seu pé e puchou ele para baixo, eu segurei a mão dele e puchei ele do buraco, nós corremos até chegar em casa e trancamos a porta, e ficamos 7 horas trancados no quarto em baixo da cama. Após as 7 horas, quando nós ouvimos um barulho de chave na porta, a porta se abre. Era meu pai, ele perguntou porque nós tinhamos trancado a porta, eu e meu irmão sabíamos que ele não iria acreditar, então eu disse que era por segurança de evitar ladrão dentro de casa, ele sorriu e disse vamos comer biscoito e beber leite... Após algumas horas nós estavamos preparando para dormir e esquecer tudo aquilo, deitei e dormi. Acordei com um leve barulho de vento soprando na janela, quando eu virei e olhei a janela eu fiquei congelado com a quela figura negra... Estava escuro, não podia ver direito, apenas seus olhos vermelhos. A criatura entra no quarto e pega George, eu levanto e digo solta ele, a criatura diz com uma voz assustadora: eu sei onde você guarda seu medo... Foi a ultima coisa que ouvi antes dele levar George voando... No outro dia os detetives e policiais foram até o buraco atrás da pedra, e o buraco tinha desaparecido... até hoje tenho trauma de florestas, buracos, do escuro, tenho medo da criatura me encontrar novamente... Não espero que acredite, só respeite minha dor!

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