Wiki Creepypasta Brasil
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Em 2002, o celebre Compadre Washington gostava de assustar crianças falando "DUDUDUDU, PÁ!"... Só que ele pegou um rapaz que vendia picolé estragado, e comeu o picolé. Enquanto ele comia o picolé, ele sentiu um gosto estranho, chegando a falar "Dududu..." e finalmente terminando com "PÁ!" arregalando os olhos e caindo no chão, o deixando em coma. Durante sua visita no hospital, Compadre Washington dizia ver coisas malígnas, como ver a loirinha do É o Tchan descendo na boquinha da garrafa, e quando ela descia tudo, a garrafa de repente subia e a empalava.

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o carro do vendedor de picolé estragado

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Cumpadi Washington depois de tomar o picolé com a data de vencimento datada de 12/04/1912

Ele então começou a projetar astralmente, vendo alieniginas sobre seu futuro túmulo, pois já estava chegado a morte no hospital. Quando um médico foi lhe aplicar um antidoto, Compadre Washington falou: "Que... abundancia... meu... irmão!" e desfaleceu novamente. Correndo até uma outra equipe de enfermagem, o médico chamou 4 médico e salvou o Compadre Washington de uma possível morte por parada cardíaca. Obtendo sucesso em salva-lo, decidiu cuidar-lo intensivamente. Porém, o doutor Marcela Prysclla via o Compadre Washington arregalando os olhos do nada e fechando e babulhando a boca.

Marcela Prsyclla, um doutor renomado da OAB, imediatamente ligou para o seu chefe Paulo, mas do nada, uma coisa lhe pega por trás....

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O doutor Marcela Prsyclla

Marcela Prysclla conseguiu dizer as suas últimas palavras: "AI PAPAI" que foi ouvida por outros médicos de enfermagem perto do local. Porém, quando eles entraram na sala, aparentemente Compadre Washington não estava mais lá, e aparentemente deixou uma carta na parede dizendo: "Cês sabem de nada, inocentes!"

Procurando um macumbeiro com um cachorro, Compadre Washington apenas conseguiu achar um jumento que estava defecando. Quando falou com o jumento, o jumento respondeu: "Béeeeeh". Só que Compadre Washington desconfiou, falando assim: "Oxe ordinario, tu não é um jumento não!" Pensando que seria um lobo em pele de cordeiro, Compadre Washington o matou com golpes de arma não especificada, e fugiu sem deixar rastros, bebendo todo o sangue do animal.

Apareceu dois dias depois no quarto de Marcela Prysclla, só que em um dia desses, foi pego pelo pai de Marcela, o Atoledo de Ari, que falou assim: "Rico correndo é atleta, pobre correndo é ladrão", enquanto ele iria completar: "Rico com medo é nervoso, pobre com medo é cagã..." Compadre Washington desapareceu numa grande nuvem de fumaça preta.

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O pai de Marcela, Atoledo de Ari.

A nuvem de fumaça aparentemente deixou rastro da onde Compadre Washington estava. No rio São Francisco, Compadre Washington visitou um museu de peças raras, roubando uma garrafa de Pitú 51, e vandalizando varios objetos. Porém um segurança atirou em sua coluna o deixando paralisado.

O vigia, que logo após se identificou para Compadre Washington como "Marcele" disse assim: porque você fez isso, rapaz? Compadre Washington respondeu: "MARCELE? É VOCÊ? EU NÃO TE MATEI ORDINARIA?" Para a sua surpresa, Marcele se identificou como um doutor da OAB que aparentemente trabalhou no hospital aonde Compadre Washington estava em coma.

Após os fatos baterem, Compadre Washington e Marcela, antes Marcele, sairam voando em vários prédios de Nova Iorque até colidir num deles, morrendo e ficando assim:

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